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sábado, 17 de maio de 2014

Continente perdido é encontrado por cientistas

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Segundo um novo estudo publicado no periódico Nature Geoscience, fragmentos de um antigo continente podem estar enterrados sob o piso do Oceano Índico.
 
Bilhões de anos atrás, os continentes da Terra estavam reunidos em um único supercontinente conhecido como Rodínia (foto acima). Os oito continentes que compunham Rodínia foram posteriormente reunidos em outro supercontinente chamado Panótia e, depois, Pangea.
 
Cerca de 750 milhões de anos atrás, no entanto, este supercontinente deixou de existir, formando os continentes que vemos atualmente, separados por grandes extensões de oceano.
 
Agora, os cientistas acreditam ter encontrado provas de que um fragmento desse supercontinente está enterrado sob o Oceano Índico.
 
A faixa de terra, que teria existido entre 2 bilhões e 85 milhões de anos atrás, foi batizada pelos cientistas de “Mauritia”, e eventualmente desapareceu sob o mar, conforme o mundo moderno começou a tomar forma.

A descoberta

Embora estejam separados por milhares de quilômetros de oceano, a Índia já foi localizada próxima a Madagáscar.
 
Os pesquisadores acreditam ter encontrado evidências de que um microcontinente uma vez instalado entre os dois países encontra-se debaixo de Maurícia (ou Maurício), um país localizado no Oceano Índico.
 
A equipe chegou a esta conclusão após estudar grãos de areia das praias de Maurícia. Enquanto os grãos datavam de uma erupção vulcânica que ocorreu cerca de nove milhões de anos atrás, também continham minerais que eram muito mais velhos.
 
“Nós extraímos zircões da areia das praias, algo que normalmente só encontramos em uma crosta continental. Eles são muito antigos”, explicou Trond Torsvik, da Universidade de Oslo, na Noruega.
 
Os zircões datavam de 1,97 bilhões a 600 milhões de anos atrás, e a equipe concluiu que eram remanescentes da antiga terra que havia sido arrastada até a superfície da ilha durante uma erupção vulcânica.
 
Nesse pedaço de terra, milhões de anos de história se passaram, desde a época pré-cambriana, quando a terra era estéril e desprovida de vida, à época em que os dinossauros viviam na Terra.
 
Mas, cerca de 85 milhões de anos atrás, conforme a Índia começou a afastar-se de Madagáscar para a sua localização atual, o microcontinente teria se rompido, desaparecendo sob as ondas.
 
No entanto, uma pequena parte dele pode ter sobrevivido, 10 quilômetros abaixo do oceano, sob o solo do Índico.
 
“Neste momento, as ilhas Seicheles são um pedaço de granito, ou crosta continental, sentado praticamente no meio do Oceano Índico”, explicou Torsvik. “Mas, no passado, estavam ao norte de Madagáscar. O que estamos dizendo é que talvez fosse muito maior, e muitos desses fragmentos continentais podem estar espalhados pelo oceano”.
 
Para confirmar se existem mesmo fragmentos desse microcontinente debaixo do oceano, são necessárias mais pesquisas.

“Precisamos de dados sísmicos que poderiam formar uma imagem da estrutura, o que seria uma prova definitiva. Ou poderíamos perfurar o fundo do oceano, mas custaria muito dinheiro”, explica.
Veja o artigo completo (em inglês) aqui.[BBC]

New study claims ET life can exist inside planets with inhospitable surfaces

      

    Subsurface habitability zones in proportion to distance from sun and depth from surface.

Scientists at the University of Aberdeen and University of St Andrews, Scotland, have concluded that extraterrestrial life is far more prevalent than previously thought. In a paper titled “Circumstellar habitable zones for deep terrestrial biospheres,” released in the journal, Planetary and Space Science, they have redefined the “Goldilocks Zone”, the optimal zone for life to exist on planets. They have found that life can flourish beneath a planet’s surface where liquid water can be found at varying depths.

Planets in our solar system where the surface is too frigid for liquid water to exist, may be teeming with life below the surface where liquid water can exist in abundance. Planets such as Mars and moons such as Europa and Ganymede may be teeming with life under their respective frigid surfaces. The scientists’ findings is likely to revolutionize the way in which extraterrestrial life is thought to exist, and where it may be found. Perhaps more significantly, their paper gives support to claims that extraterrestrial life can exist inside worlds with extreme surface conditions such as rogue planets in interstellar space, and extremely hot planets such as Venus.

The Goldilocks zone is currently defined as a region in space where liquid water can exist on the surface on a planet without boiling or freezing. For our solar system, this is roughly the region in space from Venus to Mars. However, as one goes beneath the surface, the temperature increases due to the internal heat generated by the hot cores of a planet or moon. This means that while water may instantly freeze on the surface, thereby making life difficult to establish itself there, liquid water may existence in abundance below the surface.

This is how one of the scientists involved in the “Circumstellar habitable zones” paper, Ph.D. student Sean McMahon, described in the abstract this new way of locating extraterrestrial life:
We introduce a new term, subsurface-habitability zone (SSHZ) to denote the range of distances from a star within which rocky planets are habitable at any depth below their surfaces up to a stipulated maximum, and show how SSHZs can be estimated from a model relating temperature, depth and orbital distance. We present results for Earth-like, Mars-like and selected extrasolar terrestrial planets, and conclude that SSHZs are several times wider and include many more planets than conventional surface-based habitable zones.
Using computer simulations, the scientists found that if one goes to a depth of 5km below the surface, then the habitable zone in space increases by a factor of three. If one goes to 10km below the surface, then the habitable zone extends by a factor of 14 which would extend the habitable zone beyond Saturn. Thus several of the moons of Jupiter and Saturn, could have life thriving in habitats kilometers beneath their surfaces.

In response to questions from the International Business Times, McMahon also opened up the possibility that rogue planets that drift in interstellar space may even harbor life:
Rocky planets a few times larger than the Earth could support liquid water at about five km below the surface even in interstellar space (i.e. very far away from a star), even if they have no atmosphere because the larger the planet, the more heat they generate internally.”
The scientists findings give surprising support for the radical theory proposed by Zecharia Sitchin that a rogue planet called Nibiru spends most of its 3600 year orbit in interstellar space. According to Sitchin, the Sumerians believed that Nibiru was the home world of a race of beings called the Anunnaki. The University of Aberdeen scientists paper makes it possible that the Anunnaki, if the Sitchin’s interpretation of the Sumerians is correct, established themselves in underground colonies to survive the long periods in interstellar space.

Furthermore, McMahon pointed out that subsurface conditions protect life from extreme conditions on the surface, and this may be the norm on most habitable planets:
The surfaces of rocky planets and moons that we know of are nothing like Earth. They're typically cold and barren with no atmosphere or a very thin or even corrosive atmosphere. Going below the surface protects you from a whole host of unpleasant conditions on the surface. So the subsurface habitable zone may turn out to be very important. Earth might even be unusual in having life on the surface.
The scientists’ findings makes it possible that worlds such as Venus, with very hot surface conditions may have a "subsurface-habitability zone" that support life. This gives support to the claims of several extraterrestrial “contactees” that the planet Venus hosts life in underground civilizations. For example, Luis Fernando Mostajo claims to have been taken to an underground civilization on Venus via a stargate device he calls a “Xendra”.

The Goldilocks zone in space is being radically redefined as scientists find more ways in which liquid water can exist in abundant supply on different planets or their moons. The new idea of "subsurface-habitability zones" will dramatically increase the number of exoplanets and exomoons deemed suitable candidates for extraterrestrial life. It is also likely that in the future, we will find that our own solar system harbors life hidden in subterranean regions of different planets and moons.

© Copyright 2014. Michael E. Salla, Ph.D. Exopolitics.org
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segunda-feira, 12 de maio de 2014

A MUDANÇA – o cumprimento de uma lei Cósmica


 
Todos sabemos que o nosso planeta gira à volta do sol, à velocidade louca de 107.000 quilómetros por hora. Esta viagem demora um ano e os astrónomos dividiram este tempo em períodos de 12 meses, ou os 12 signos do zodíaco, pois cada mês reflecte as influências que recebe dos astros que lhe estão mais próximos.

De igual modo, todo o nosso sistema solar gira à volta de um sol central da nossa Galáxia, mas desta vez à velocidade incrível de 1 milhão de quilómetros por hora, demorando 24.000 anos a realizar este giro. Também aqui os astrónomos dividiram estes 24.000 anos em 12 períodos de 2.000 anos cada, com os nomes dos 12 signos do zodíaco. Cada período é influenciado pela proximidade com os astros da Galáxia.

E os humanos são bastante afectados por estas emanações astrológicas em forma de energias, porque tudo o que existe no Universo, são energias, em constante movimento.  

Estas energias, tal como a energia eléctrica das nossas casas, para se movimentar necessita de dois polos, o positivo e o negativo. 

A energia do nosso planeta neste momento está passar dum tempo negativo que teve a duração de 12.000 anos, para um tempo positivo de mais 12.000 anos, perfazendo assim os 24.000 anos à volta da Galáxia.

O tempo negativo começou com o simbolo zodiacal do Leão e acabou com o simbolo de Peixes. Crê-se que a pirâmide de Gizé, no Egipto, foi construída exactamente para simbolizar o começo deste período tão nefasto para a humanidade.
 
Esta passagem do negativo para o positivo, não é instantânea. Demora anos a atravessar um simples ponto. Podemos comparar esta demora, por exemplo, com o tempo que demora um eclipse da Lua. Apesar da enorme velocidade a que o nosso planeta se movimenta, estamos horas para vermos a lua a desaparecer em câmara lenta, e mais umas tantas horas a vê-la aparecer. 

Esta é uma realidade que os astrónomos conhecem, mas têm medo de falar nela porque uma mudança deste nível (negativo para positivo ou ao contrário), geralmente estava associada a grandes catástrofes. Era a época do degelo, das inundações bíblicas e foi a causa provável do desaparecimento da tão falada Atlântida, cuja existência ainda hoje divide os nossos homens da ciência.

Mas esta maneira de tentar desconhecer a realidade, apenas provoca a desconfiança e o medo, a que estivemos tão habituados durante o período negativo, mas que no período positivo não tem mais lugar, porque, e podemos citar novamente o exemplo da electricidade das nossas casas, nada que seja negativo consegue penetrar no positivo sem provocar um grande “curto circuito”.

Isto a nível da Terra teria consequências bastante catastróficas para a nossa Galáxia.

Portanto, ninguém pode alterar esta lei Cósmica, ou Divina, se preferirem.

Isto tem de acontecer. E podemos estar certos que estamos a ser observados para que nada se passe que possa alterar esta disposição. Os relatos de avistamentos de naves desconhecidas são cada vez mais numerosos, mas muito ocultados de todos nós, como já é habitual.

O tempo que demora até se concretizar a mudança total, desconheço. O tempo não existe fora do nosso espaço da terceira dimensão. Mas há quem afirme que tudo terá de estar concluído em 2017.

A mudança teria começado em 1987 e demoraria 30 anos a realizar-se.

Se for assim, não falta muito, mas nesta altura já estamos a sofrer a influência do positivo, portanto cada vez mais vamos começar a sentir os benefícios da mudança.

Para podermos entender o que se poderá estar a passar com este nosso planeta, temos de saber primeiro como se faz a movimentação dos astros neste Universo e depois, quem somos nós.

As duas explicações sobre o Universo e sobre quem somos, não é uma teoria pessoal, mas uma verdade já aprovada por cientistas e lideres religiosos.

O UNIVERSO
 
A ciência aprova a expansão natural do Universo, e ficamos assim a saber que além de tudo ter movimento, também tudo evolui em direção ao infinito para dar lugar a uma criação constante.
 
Esta evolução parte das energias mais densas, logo após a criação, para as mais subtis até atingirem um grau de pureza que está fora da nossa compreensão, tal como nos é incompreensível o infinito.

Esta evolução dá lugar às diversas dimensões, que uns cientistas dizem ser 22, outros 27 e outros ainda adiantam outros números. Mas creio que quando se fala em termos de infinito, os números pouco adiantam.

Cada dimensão tem a sua própria energia, portanto podemos dizer que as dimensões nada mais são que energias diferentes, mas que se interligam, que se juntam, como os diferentes líquidos que nós vertemos num mesmo copo.

QUEM SOMOS

E quem somos nós e para que viemos a este mundo?
 
Os cientistas já estão a chegar à conclusão que a fonte dos nossos pensamentos, a parte pensante de todos nós, está fora dos nossos corpos. Onde, não dizem, ou não sabem ainda.

Todas as religiões dizem que nós somos seres divinos. No entanto fazem-no tão veladamente e juntando tantas variantes que nós ficamos desde muito novos com a ideia que somos apenas humanos, sujeitos às “verdades” de cada religião, seres que pecaram e que merecem agora passarem por todos os castigos para merecerem o céu.
 
Mas não é assim. Nós fazemos parte da dimensão mais elevada.

Pertencemos à energia mais pura que se sobrepõe a todas as outras. A Energia Divina.

Podemos dizer que somos os trabalhadores de Deus, pois saímos Dele para cumprirmos voluntariamente os trabalhos que tinham de ser feitos para que o Universo evoluísse.

Uns ficaram nas dimensões mais elevadas e outros foram-se distribuindo por todas as outras dimensões até chegarem às mais densas.

E foi esta dimensão mais densa, a terceira dimensão, que nós escolhemos para aqui realizarmos o nosso trabalho.

E só por isso, podemos dizer que somos loucos por nos disponibilizarmos para um serviço tão ingrato e tão diferente dos outros que ficaram acima de nós e a quem hoje chamamos anjos, arcanjos, etc. Mas alguém tinha de fazer este trabalho e fomos nós que nos oferecemos para o fazer. E só por isso merecemos o respeito de todos os outros trabalhadores que trabalham outras dimensões, os anjos, arcanjos, etc.

Parece uma blasfémia o que estou a dizer, mas não é. Apenas desconhecemos tudo isto, porque o nosso cérebro é um computador que recebe as mensagens vindas da nossa fonte pensadora, bloqueia o que não podemos saber para melhor cumprirmos o nosso trabalho e descodifica as restantes transmitindo-as para o nosso corpo.

A MUDANÇA

O destino deste nosso planeta, que até hoje cumpriu a sua estada na terceira dimensão, uma das mais densas, é o de evoluir para a dimensão seguinte, como tem acontecido a todos os outros astros mais antigos que a Terra.
 
Esta evolução terá de ser acompanhada pela raça humana que desde o princípio trabalhou nesse sentido.

É muito importante esta subida, quer para quem está a trabalhar as dimensões inferiores como para quem está nas dimensões superiores, pois se ela não se fizer, todos serão afetados, retardando o desenvolvimento do Universo. E não sei até que ponto isso possa ser possível, pois esta progressão é uma lei Cósmica.
 
E alguma coisa se está a passar com este nosso mundo. Estão a aparecer novas estrelas que os astrónomos, na impossibilidade de saberem a razão, definem como se fossem apenas reflexos de luzes vindas não sei de onde, ou até manifestações de outros acontecimentos que arranjam para não dizerem claramente aquilo que pensam, com medo do ridículo.

Mas o certo é que tudo indica que realmente a Terra está a ascender para a dimensão seguinte.   
  
A terceira dimensão é definida por três pontos no espaço, mas os cientistas, pelo menos uma grande parte deles, fazem referência a mais um ponto que é o tempo. E sendo assim, nós não estamos na terceira dimensão, mas na quarta.

Os espiritualistas, por sua vez, definem a quarta dimensão, como sendo aquela para onde as almas regressam depois de desencarnarem. É o regresso a casa.
 
Por uma razão ou por outra, este planeta pode estar neste momento a passar, com todos nós, para a quinta dimensão. Esta passagem não será notada. É uma passagem dimensional que apenas será notada em termos energéticos. Os átomos que nos formam o corpo e formam o planeta, e que estão aptos para a passagem, passam a movimentar-se com mais rapidez.
 
E aqui podemos ver outro exemplo. Quando atamos um fio a uma pedra e o rodamos lentamente, começamos por ver o fio e a pedra, mas conforme vamos dando mais velocidade, vamos deixando de ver o fio e por último até mesmo a pedra.
 
O mesmo se passa com os nossos corpos e com o planeta. Os átomos vão girando cada vez com mais velocidade e vão formando uma nova Terra e os corpos cujos átomos estejam em condições de acompanhar este aumento de velocidade, acompanham este novo planeta.
 
E assim surgirá uma nova Terra na quinta dimensão e ficará mais um planeta com todos aqueles que não puderam ascender na terceira dimensão.
 
Aliás isto é defendido agora pela nova teoria da Física Quântica sobre os Universos Paralelos. Para haver um planeta positivo e a viver uma vida positiva, terá de haver um semelhante no negativo, a viver uma vida negativa.
 
Autor
Raposa


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domingo, 4 de maio de 2014

OS CHAKRAS DE PORTUGAL



 



 

Chakra básico ou Raiz: O vale de Santarém e o leste Alentejano são os mais antigos em termos de vivência humana. As provas disso são irrefutáveis. A ligação à Deusa Mãe é muito forte. Estas são as terras dedicadas a Santa Maria. Mas existem outras também assim designadas e isso leva-nos ao Chakra do 3º Olho, porque segundo o kundalini ascendente deste país é em Évora que inicia a sua subida mas é nas ilhas Açorianas que desenrola as suas asas.

Chakra do 3º Olho ou Frontal: As Terras de Santa Maria, mais a Norte, estão situadas entre Castelo Paiva, junto ao Rio Douro até Estarreja mas o Chakra Frontal estende-se até Sintra abrangendo o Cabo da Roca, o ponto mais ocidental da Europa. Os Açores também pertencem a este Chakra seguindo uma linha energética que passa no Alvão atravessando todas as regiões deste chakra azul e ligando-as a um ponto entre às ilhas Terceira e São Miguel (Fossa do Hirondelle).

Chakra Cardíaco: O parque do Alvão situado entre Vila Real e Mondim de Basto fica no centro do coração de Portugal. Este coração é a alma celta dos povos que aqui viveram. Foi em Guimarães que foi fundada a nação e é a partir da data 5 de Outubro de 1143 que Portugal passa a existir. Somos então um país de signo Balança, o signo do Amor, de data 1143 para iluminar o mundo (11) e para o unir também (4+3 =7).

Chakra Esplénico ou umbilical: O seu centro está situado na zona das Serras do Açor (Piódão) e da serra da Estrela. Este chakra é associado à criatividade do povo Luso e tem aqui a sua expressão mais continental mais interior. Por isso o emocional dos portugueses está aqui ligado inexoravelmente. Existe também uma ligação às serras de Aire, Montejunto e Candeeiros através de um sistema montanhoso discreto ligando-se assim ao centro do chakra coronário.

Chakra Coronário: O seu centro fica em Dornes (Tomar), banhado pelo rio Zêzere, que nasce na Serra da Estrela em pleno chakra esplénico. As emoções de Portugal influenciam este chakra grandemente. É um povo que é redimido pelo emocional. Fátima fica em Tomar também e está ligada, mais uma vez, à Mãe Divina. Também é em Dornes que passa a linha energética que une o chakra básico e o da visão divina. Por esta zona passam todas as linhas que unem todos os chakras e unem também outros pontos energéticos da Europa, América do norte, América do sul e África.

Dornes é um dos centros europeus com mais poder energético e espiritual.

Chakra do Plexo Solar: Ligado sobretudo à Grande Lisboa como centro do poder temporal, onde se tomam as decisões ligadas ao país mais físico… Tem uma ligação profunda ao poder espiritual emanado pelo vale de Santarém, ao rio Tejo e ao Alentejo interior (chakra básico) e ao Alentejo litoral e sudoeste algarvio (chakra laríngeo).

Chakra Laríngeo:
Tem uma linha poderosíssima que liga a serra da Arrábida a Sagres, outra que liga o Portal de Évora a Sagres e outra mais europeia que liga a mais antiga linha de LYS, de origem francesa, a Sagres. Esta linha passa pelos Pirenéus, em Lourdes desce e passa por Dornes mas também por Sagres. As ilhas da Madeira também pertencem a este chakra.

 
A Lisboa e ao Cabo de Sagres estão associados 10 corvos mágicos.

E o que dizem sobre o corvo, os xamãs?

Os antigos chefes nativos contam que o corvo enxerga simultaneamente o passado, o presente e o futuro. O corvo imerge em luz e sombra, enxergando ambas as realidades internas e externas. Se o corvo aparece nas suas visões, você acessa as leis do Grande Espírito em relação às Leis da Humanidade. O caminho primordial do corvo fala em estar atento às suas opiniões e ações. Esteja disposto a colocar em ação o que você fala, fale sua verdade, saiba sua missão na vida, e equilibre o passado, presente e futuro no agora. Guardião da magia, mistério, predições, mensageiro, dualidade, assistência espiritual.

Assim é Portugal! 
 
Paz e Amor
Curadora64 

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sábado, 3 de maio de 2014

A LUZ E A SOMBRA

 

Por definição Deus é Luz. Por definição e também porque o sabemos com o nosso coração, Deus é tudo o que existe e não existe nada fora dele.
 
Agora o que custa é aceitar que a Sombra também está dentro dele, tal como a Luz.
 
Mas será que fomos treinados para pensar bem?
 
O que é a Sombra?
 
Sabemos que do jogo da Luz e da Sombra nasceu o Multiverso que é o conjunto de todos os Universos em todas as possibilidades de Tempo e de Espaço.
 
O que quer isto dizer?
 
A resposta pode mudar toda a nossa visão do que vemos e sobre quem somos enquanto seres tridimensionais.
 
Esta hipótese é uma das que se tem delineado ultimamente nos meandros da comunidade científica e pode explicar muita coisa.
 
Deixo aos cientistas provarem o que vou dizer a seguir tentando eu explica-lo de um modo espiritual.
 
Sempre existiu uma coisa chamada matéria negra, aliás é o que existe mais em todo o universo conhecido…muito mais do que estrelas e planetas.
 
E o que é isto? Simplesmente é aquilo que ainda não foi ativado pela Luz e por isso ainda não assumiu “apenas” uma das suas inúmeras possibilidades.
 
Eu associo a matéria negra à Sombra. E a Luz à energia ativadora.
 
Sabemos o que acontece quando fornecemos energia a um átomo: os eletrões saltam para outro patamar de energia…são os famosos saltos quânticos.
 
Sabemos que um evento é afetado pela nossa observação ou pela falta desta observação. Isto significa que, ou juntamos energia a um evento com a nossa observação, ou lhe retiramos energia com a falta dela. Ou vice-versa…
 
Então resumindo, a “velha” Luz é que ativa a matéria negra da ainda mais velha Sombra e dá-lhe “vida” reservando-lhe um estado quântico bem definido, mas também, um tempo e um espaço próprios.
 
O tipo de Luz também vai definir em que Dimensão e em que tipo de Universo essa matéria negra vai expressar-se.
 
Agora digam lá se não associam isto à velha dança do Yang e Yin... ;)
 
Quando a Luz se retira, a Sombra descansa num estado em que não existe nem tempo nem espaço e, mais interessante ainda, não podemos dizer que antes do Big Bang não existia nada, porque... existia a Matéria Negra!
  
Paz e Amor

Curadora64 

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Pirâmides na Crimeia têm mais de 65 milhões de anos


Um cientista ucraniano descobriu a pirâmide mais antiga do mundo. O mais interessante é que esta descoberta se verificou no canto mais belo do país, na Crimeia. Como o canal ICTV relatou, a descoberta foi revelada por acaso, quando durante seus métodos alternativos para encontrar água o cientista ucraniano Vitalii Goh descobriu no subsolo um objeto desconhecido, que provou ser uma pirâmide gigante de 45 metros de altura e um comprimento de cerca de 72 metros, de acordo com Aliye Beki.

 



[Nota do autor: Crimeia é também onde a teoria da relatividade especial de Einstein foi  testada e provado ao fotografar flexão estrelas luz ao redor do sol durante um eclipse solar no início da Segunda Guerra Mundial. Coincidência interessante, diria eu ...]

                              

Date of discovery: 2001, but added details in March 2014 report.
 
Location of discovery: Crimea, Ukraine

 





Goh disse que a pirâmide foi construída durante o tempo dos dinossauros. "Pirâmide da Crimeia" tem um topo truncado, como uma pirâmide maia, mas sua aparência é mais parecida com uma egípcia. Ela é oca por dentro, e uma múmia de uma criatura desconhecida, não humana, está enterrada sob a fundação.

"Sob a fundação está um pequeno corpo na forma de uma múmia com cerca de  1.3 a 1.4 metros, com uma coroa na sua cabeça."

 
 
"Existe uma câmara de ressonância da chamada Sphinx. As pirâmides foram construídas na era dos dinossauros. "
 

Este cientista diz em uma entrevista com ICTV. Permanece desconhecido quem construiu a pirâmide. O edifício original é o mais antigo do planeta, diz Vitalii Goh como relatado por Beki.




 
 

Giant Megaliths Found in Siberia Could Be Largest in the World

If Built by Humans - Who Were They
& What Happened to Them?
 
      
 
ForbiddenKnowledgeTV
Alexandra Bruce
April 27, 2014

The Gornaya Shoria megaliths are a stone formation at Gornaya Shoria in southern Siberia, Russia, lying to the east of the Altai Mountains. They have been claimed to be gigantic prehistoric stones, or megaliths, but no reliable confirmation of this has been made to date. However, granite can exhibit cubic fractures. There are similar formations around the world, as in Girraween National Park in Australia and in the Rudolfstein in the Fichtel Mountains of Germany.

The largest pieces or blocks of stone have estimated weights between three and four thousand tons, and if they are megaliths they are the largest cut stones in the world dating from prehistory. First reported and photographed in 2013, they have been compared with the smaller megaliths at Baalbek, now in the Lebanon.

The blocks appear to be stacked, almost in the manner of cyclopean masonry and they’re twice the size of the megaliths of Baalbek, which are a bonafide mystery, in and of themselves.

Russia is no stranger to ancient megalithic sites, like Arkaim or Russia’s Stonehenge, and the Manpupuner formation, just to name two, but the site at Shoria is unique in that, if it’s man-made, the blocks used are undoubtedly the largest ever worked by human hands.

Because it is such a new discovery in a remote place, much more needs to be studied to understand what this formation truly represents but evidence continues to mount that very sophisticated technology was used in the ancient world.



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